Durante a época da Mineração no Brasil, nosso país pagava altos tributos à Portugal. O principal imposto daquele período era chama de Quinto e correspondia a 20%, ou seja 1/5 de toda produção do país. Durante a Mineração, o principal produto taxado era o ouro. Naquela época esse imposto era tão odiado pelos brasileiros que foi apelidado de “o Quinto dos Infernos”.
Na grande reportagem publicada na quinta-feira, 11, no Jornal Regional da EPTV Central e que reproduzi no meu portal São Carlos em Rede alertando para o caso de uma senhora de Casa Branca que tem 94 anos e que não consegue se aposentar, mas que também mal consegue andar.
Resumo:
Num Brasil cheio de Arrudas e de seus panetones, dos dólares nas meias, dos grileiros de terra e parceladores de solo urbano que enganam as pessoas com o chamado “sonho da casa própria”, vemos casos que podem nos estarrecer ainda mais.
O adjetivo “dissidente” é empregado para designar aquele que discorda, que tem uma opinião divergente. O vocábulo “dissidente” deriva da palavra latina “dissideo”, que significa “1. Estar separado; estar afastado, 2. Pertencer a um partido oposto; estar em oposição; ser dissidente; divergir de opinião; não se entender; estar desunido; 3.
A discussão sobre o PNDH acabou virando um bate-boca improdutivo em que cada parte sustenta sua opinião na imprensa e na internet de maneira irracional. Penso que chegou a hora de organizar o debate. Mas para fazer isto algumas premissas precisam ser aceitas. É preciso fazer uma distinção entre Política e Opinião pessoal.
A Opinião pessoal sempre depende de uma preferência pessoal.
Interessante os italianos que são contra usinas nucleares, porém isso sob o aspecto de cinismo e hipocrisia... É que a Itália importa 85% da energia elétrica que consome, e a um custo maior de 1,6 vezes do que custa em outros países europeus.
Resumo:
Interessante os italianos que são contra usinas nucleares, porém isso sob o aspecto de cinismo e hipocrisia... É que a Itália importa 85% da energia elétrica que consome, e a um custo maior de 1,6 vezes do que custa em outros países europeus.
O que aconteceu com uma comunidade brasileira no Suriname exige pesadas retaliações, primeiramente diplomáticas, de parte do Brasil contra o Suriname. Um brasileiro ter matado um surinamês gera tão somente o dever de o mesmo ter um tratamento e julgamento justos, e ser condenado de acordo com o crime, consideradas agravantes e atenuantes, pondendo até haver absolvição.
Resumo:
O que aconteceu com uma comunidade brasileira no Suriname exige pesadas retaliações, primeiramente diplomáticas, de parte do Brasil contra o Suriname. Um brasileiro ter matado um surinamês gera tão somente o dever de o mesmo ter um julgamento justo, e ser condenado de acordo com o crime, consideradas agravantes e atenuantes, pondendo até haver absolvição.
No Brasil, de fato, vale tudo para ganhar uma eleição, ainda mais se for para cargos do Poder Executivo. Mas e o povo? O que ganha com todo esse jogo? Que política é essa de favorecimento pessoal dos políticos em detrimento do povo? Por que o povo sempre perde no final das contas?
A Democracia reside na alternância do poder são estes impulsos políticos, em formas diferenciadas, que vão alimentando todas as tonalidades da sociedade, num rumar afirmativo no processo civilizatório, porém, é insensatez pensar que a cada renovação da gestão púbica tudo deve ser recomeçado, ou iniciado do ponto zero.
Apesar de reconhecer o empenho do presidente Lula e do esforço de Ministro Tarso Genro, em atenuar a dignidade de milhares de brasileiros atingidos pela ditadura militar, concordo com o presidente da Comissão de Anistia Paulo Abrão quando ele admite haver injustiças nas indenizações, dou como exemplo o meu caso, processo nº 2002.01.11530.